Mostrar mensagens com a etiqueta Watercolour. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Watercolour. Mostrar todas as mensagens

domingo, 30 de abril de 2017

Literatura e Viajantes II

Sábado... depois de deambular por um amontoado de quadros vivos cheios de "casinhas fofinhas", voltei a fazer companhia ao André Baptista e ao Tomás, o André tentava fazer Van Goghs mas só lhe saiam Picassos, está um mestre em desenhar com a mão esquerda, o Tomás estava a tentar um novo estilo, tipo breakdance a desenhar de costas e a rodopiar.
Entretanto fomos ver a Igreja de Santiago, o aproveitamento do espaço interior do edifício como biblioteca... como já conhecia, tinha perscrutado o espaço e sido "anjo" por arranjar troco a uns ingleses desesperados, fiquei na escadaria a desenhar ("como um diabo à porta da Igreja")... o manto de sombra estendia-se e os volumes adormeciam... o Tomás fartou-se da Igreja e ficou comigo a falar de cartas e animais, fui riscando e falando sem grandes preocupações... os turistas pareciam ovelhas perdidas, ouviam-se pássaros e música ao longe, podia-se respirar, havia estrelas, havia tempo...
...
Saturday ... after wandering through a pile of live paintings full of "sweet houses", I went back to see André Baptista and his kid, Tomás, André tried to make Van Goghs but only Picassos resulted, he is a master at drawing with the left hand, Tomás was trying out a new, breakdance-like style to draw on his back and spin.
However we went to see the Church of Santiago, taking advantage of the interior space as a library ... as I already knew the space, I stayed on the staircase to draw... the mantle of shadow spread and the volumes fell asleep ... Thomas was fed up of the Church and stayed with me to speak of letters and animals, I was drawing and speaking without major concerns... The tourists looked like lost sheep, birds and music were heard in the distance, one could breathe, there were stars, there was time ...


Literatura e Viajantes I

Sábado... o sabor de fim de semana dava continuidade à calmaria da manhã...
Fui assaltado por uma panorâmica nova e resolvi aquecer... começa sempre bem, como uma massagem ao espírito... a meio, percebo o caos visual onde me tinha entalado... muito ambicioso para um aquecimento.
Linhas com vontade própria e com tanto detalhe, a paciência a esgotar na fonte... até que cheguei ao ponto de puxar pelo pincel preto e abrir o para-quedas, dar o nó à linha com cor e terminar.
...
Saturday ... the weekend taste continued in the morning lull ...
I was assaulted by a new panorama and decided to warm up ... it always starts well, like a spirit massage ... in the middle, I realize the visual chaos where I had been stuck ... very ambitious for a warm up.
Lines of self-will and with so much detail, the patience running out at the source ... until I got to the point of pulling through the black brush pen and open the parachute, knot the line with color and finish.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Jardim das Amoreiras

Sabe sempre bem deliciar os sentidos e dar de beber à saudade.
Voltar a Lisboa e deambular por ruas esquecidas tem sempre algo de apetitoso, ao descobrir detalhes e elementos novos, recordar momentos e desfrutar de lugares que se tornaram eternos.
Desenhar enquanto se espera é o melhor que se pode fazer quando o ambiente nos envolve.


domingo, 2 de abril de 2017

Portugal by Urban Sketchers

Representando Torres Vedras na região da Estremadura, aqui fica o meu contributo nesta excelente iniciativa, a Zest excedeu-se e criou a possibilidade de adquirir cada desenho em formato poster.
Livro disponível nas principais livrarias do País e em link.
Todos os desenhos presentes no livro podem ser encontrados em formato poster em link.
Os meus desenhos em versão poster: link1, link2, link3.




domingo, 12 de março de 2017

Farol da Nazaré

Confesso que esperava um dia com menos vento, mas o tempo até não desiludiu, apesar de algum frio ao vento e calor a mais ao sol.
Esperava um grupo pequeno de desenhadores, mas o fim de semana acordou sorridente e algumas dezenas de sketchers e pintores resolveram aparecer.
Foi um encontro cheio de convívio, com uma grande diversidade de paisagens e objectos a desenhar, os trabalhos mais uma vez surpreenderam.
O meu bloco revelou-se mais uma vez inadequado para aguarela, por vezes como se estivesse a pintar em plástico, outras vezes com textura e detritos a mais, mas no fim, aprende-se sempre algo ;).

Ao abrigo do Forte S. Miguel Arcanjo, onde se situa o Farol da Nazaré.
 A pequena fortaleza vista da encosta de acesso.
 O Sítio da Nazaré,  desenho rápido com teste de tramas.
 O Santuário da Nazaré visto do largo lateral.
 O Sítio e Capela de Nossa Senhora da Nazaré.







  








terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Museu Nacional Ferroviário

Situa-se no Entroncamento, um museu dedicado aos tempos áureos do caminho de ferro.
Está repleto de detalhes interessantes, desde uma quantidade infindável de objectos ligados a toda esta herança industrial assim como muitas das antigas locomotivas e automotoras que estiveram em serviço.
Pareceu-me particularmente interessante, três momentos: o memorial de placas de fabricante sobre as maquinas desactivadas (quarto desenho); nas traseiras do museu, uma locomotiva velha e enferrujada cheia de alma, como se o tempo e as cicatrizes das viagens estivessem ali a contar história; por ultimo, um modelo miniatura guardado em divisão de vidro mas associado a uma pequena linha em percurso sobre os espaços junto à antiga estação.
Foi um encontro de sketchers muito concorrido, no qual agradeço o apoio da Ordem dos Arquitectos, a divulgação de "como é trabalhar com um arquitecto" e a promoção do acto de desenhar.
Estão também de parabéns todos os elementos da organização Uskp PT e do Museu Nacional Ferroviário, principalmente aqueles que incansavelmente nos acompanharam constantemente no atravessamento da linha.
...
It is located in Entroncamento, a museum dedicated to the golden times of the railroad.
It is filled with interesting details, from an endless number of objects connected to this whole industrial heritage as well as many of the old locomotives and railcars that were in service.
It seemed to me particularly interesting, three moments: the manufacturer's plate memorial on the disabled machines (fourth drawing); At the rear of the museum, an old rusty locomotive full of soul, as if time and the scars of travel were there to tell history; Finally, a miniature model saved in glass division but associated to a small line in route on the spaces next to the old station.
It was a busy meeting of sketchers, in which I thank the support of the Order of Architects, the dissemination of "how to work with an architect" and the promotion of the act of drawing.
Also to be congratulated are all elements of the Uskp PT organization and the National Railway Museum, especially those who have been constantly following us along the line.







segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Max

Não é bem "urban sketching"... mas é o "life sketching" de um gato, o Max, 50% a dormir, 50% em furacão, dificílimo de registar...
Sem contar com os esboços de cinco segundos que já tenho feito, como desenhar gatos? Só quando dormem, e mesmo assim é difícil, principalmente ao dar-lhe cor. O fim de semana estava chuvoso e o felino mostrou-se a jeito... 



segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Bairro do Castelo - Castle neighborhood

Apesar do frio, o sol tem enchido o ar de calor durante algumas horas, o que permite riscar pelo menos um desenho sem congelar os dedos.
O Sol faz parte de um ecossistema onde se ouvem os pássaros, um lugar onde as ruas se sentem vazias e da janela se espreita quem passa. 
Existe um jardim de espaços quase esquecidos que se prolonga do castelo às ruas do bairro, onde habitam vasos ajardinados, ervas, pequenos arbustos e algumas árvores nas encostas mais íngremes. No topo, o vento faz-se sentir, mas as muralhas senhoras do lugar, abrigam o casario que junto a elas cresceu. Os arruamentos parecem perdidos no tempo, como um espaço arqueológico a céu aberto, cheio de irregularidades e épocas sobrepostas.
As casas contam varias histórias, agarram-se a logradouros e pequenos anexos, usam cordas, plantam couves e flores, poucas são jovens e do alto, principalmente as mais velhas, vêem a cidade crescer na direcção oposta.
...
Despite the cold, the sun has filled the air with heat for a few hours, allowing some scratches in the paper, at least one sketch without freezing your fingers.
The Sun is part of an ecosystem where birds are heard, a place where the streets feel empty and the window lurks whoever goes by.
There is a garden of almost forgotten spaces that extends from the castle to the streets of the neighborhood, where there are garden pots, herbs, small shrubs and some trees on the steepest slopes. At the top, the wind makes itself felt, but the city walls of the place, shelter the houses that grew next to them. The streets seem lost in time, like an open archaeological site, full of irregularities and overlapping epochs.
The houses tell a lot of stories, they cling to small streets and annexes, use ropes, plant cabbages and flowers, few are young and from above, especially the older ones, see the city grow in the opposite direction.





quarta-feira, 28 de setembro de 2016

(A) Riscar o Património 2k6

Este ano não me foi possível acompanhar o grupo, a vindima ainda não acabou e aos sábados há sempre trabalho, aqui fica o registo possível numa passagem rápida pelo mercado municipal. Enquanto alguns fazem as suas compras, outros esperam e conversam, descansando o corpo e animando a alma.


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Praia do Amanhã

Setembro parece trazer alguma neblina matinal e calmaria a Santa Cruz, os dias são mais amenos e menos agrestes, vazios de gente mas cheios da nostalgia do Verão.
O pico do dia fica antes do pôr do sol, à tardinha, quando a praia parece feita para nós e a maré acalma, quando os surfistas despem o mar e o sol se apodera das águas, deixando-se cair, de volta a casa, em mantos dourados ou brancos de neblina.
...
September seems to bring some morning mist and calm to Santa Cruz, days are less harsh, empty of people but full of summer nostalgia.
The peak of the day is before sunset, the evening, when the beach seems to be made for us and the tide subsides, when surfers undress the sea and the sun comes over the water, beginning to fall, back home, in golden robes or white fog.


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Forte de São Vicente

A Norte de Torres Vedras ergue-se o Forte de São Vicente, construído em 1809 aquando as invasões Francesas. 
Nota-se a adaptação da estrutura militar ao terreno e possui nas suas extremidades excelentes pontos de vista sobre a zona envolvente. 
O interior está cheio de vazios e cheios, longas valas que rodeiam as muralhas, longos corredores entre abrigos de terra (Través) e pequenas construções cilíndricas que serviam de Paiol, além a pequena capela do séc. XII (no primeiro desenho).
...
North of Torres Vedras there's the Fort o Saint Vicent, built in 1809 during the French invasions.
Note the adjustment of military structures to the site and at it ends, the excellent views of the surrounding area.
The interior is full of empty and full, long ditches that surround the walls, long corridors between land shelters (Traverses) and small cylindrical buildings that served as Paiol, beyond the small chapel of the century. XII (the first drawing).


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Miradouro e Vista

Alguns nomes são atribuídos por meios oficiais, mas os "antigos" acabam sempre por ser juízes do que se passa à sua volta, as alcunhas, como nas pessoas, às vezes ganham mais força.
No primeiro desenho, um miradouro do qual tenho algumas duvidas quanto ao nome oficial mas apelidado de "Meia Laranja" pelo meu avô.
No segundo desenho, depois de caminhar mais um pouco, uma das casas que mais me intriga, pelo "spot" com grande vista sobre uma das entradas de Torres Vedras.
...
Some names are assigned by the official media, but the "old people" always end up to be judges of what is happening around them, nicknames, as in people, sometimes gain more strength.
In the first drawing, a viewpoint which I have some doubts about the official name but nicknamed "Half Orange" by my grandfather.
In the second drawing, after walking a little more, one of the houses that intrigues me most, a "spot" with great views of one of Torres Vedras entries.


sábado, 3 de setembro de 2016

Cobre

Noutro tempo, verso, universo, hora física palpável do multiverso, entre os dedos, entre a pele... áspera tela, serenamente selvagem sem fim, de chama flamejante, no trilho da sombra que passa por mim...
...
In another time, verse, universe, multiverse palpable physical time, between the fingers, between the skin ... rough fabric, serenely wild endless flaming flame, in the shadow path that passes by ...


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Brisa Fresca

À procura de uma sombra fresca nos piores locais possíveis, mas às vezes apetece caminhar sem voltar para trás.
No segundo desenho, já não havia referência para dar cor, foi o descalabro.
...
Looking for a cool shade in the worst possible places, but sometimes feels like walking without turning back.
In the second drawing, there was no reference to color, was the debacle.


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Tempo

Existem pessoas que parecem estancar o tempo à sua volta. Assim como algumas vidas se enchem de pessoas, as suas casas acumulam coisas, plantas e animais afastam os maus presságios e os relógios param, mas as torneiras ainda marcam o passar do tempo.
...
There are people who seem to stop time around. As some lives are filled with people, their homes accumulate things, plants and animals make bad omens go away and the clocks seem to stop, but the taps still mark the passage of time.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

Azuis

Da sombra ao sol, ficam azuis, neblinas que se afastam da margem e caminhos até ao mar.


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Vermelho

Faz parte da paisagem mesmo que não esteja lá, possui o maior comprimento de onda visível ao olho humana, situa-se antes do infravermelho. O nome provêm de pequeno verme na língua latina, (cochonilha, pequeno verme de onde é extraído o carmin), encontra-se predominantemente em minerais, vegetais, pele, escamas, pelos e penas.

O seu primeiro uso é datado da Pré-História, era uma cor de poderes ligados à vida, a mais importante, pó de ocre vermelho era colocado nos túmulos de caçadores do período neolítico. No século VIII, na cultura nórdica, teafor (magia) era o nome dado a esta cor, muitas vezes utilizada em rituais de fertilidade. Para muitas culturas simbolizava invencibilidade, protecção, força e intimidação, característica de fénix, ainda símbolo do renascimento, Jan Van Eyck foi um dos pintores que melhor a utilizou. Na época Romana, até ao século XVIII, era usada em roupas da época, adornos nos casamentos e épocas festivas, mantém-se ainda na cultura grega, albanesa e arménia, na China, as noivas de vermelho tornaram-se tradição e ovos da mesma cor trazem boa sorte aos recêm-nascidos.
Com simbolismo menos positivo, no antigo Egipto, vermelho era a cor de Seth, ligado à maldade e para os israelitas dos tempos biblicos espantava demonios.
Na Grécia, segundo a lenda, as rosas vermelhas, são símbolo de amor e fidelidade, estas provêm do sangue de Adônis, morto por um Javali numa caçada, o Vermelho além de ser uma cor dedicada à deusa Afrodite, é ao mesmo tempo símbolo de crescimento e declínio. Adquiriu simbolismos positivos e negativos, nos dias de hoje é sinónimo de proibido, amor, paixão, poder, excitação, felicidade, fortuna, força, guerra, violência, fogo, sangue.

Supostamente a primeira cor a ser percepcionada pelo Homem, é também a primeira a ser vista por pessoas que sofreram cegueira temporária devido a danos cerebrais.

Também conhecido como encarnado ou escarlate, não é uma verdadeira cor primária como o magenta, possui imensas variações com as mais variadas designações, como o carmin, salmão, vermelho indiano, bordô, vermelho acastanhado, ruby, cereja, vinho, sangue, terracota, ferrugem, etc. Está intimamente ligado aos rosas, laranjas e roxos.
(in Wkipédia)
...
It is part of the landscape even if it is not there, has the largest wave length visible to the human eye, is located before the infrared.The name comes from small worm in Latin, (cochineal, small worm where the carmine is extracted), is found predominantly in minerals, vegetables, skin, scales, fur and feathers.

Its first use is dated from Prehistory, was a color powers related to life, the most important, red ocher powder was placed in the tombs of hunters of the Neolithic period. In the eighth century, in Nordic culture, teafor (magic) was the name given to this color often used in fertility rituals. For many cultures symbolized invincibility, protection, force and intimidation, fénix feature, yet symbol of rebirth, Jan Van Eyck was one of the best painters who used it. In Roman times, until the eighteenth century, was used in period costumes, adornments at weddings and festive seasons, remains still in Greek, Albanian and Armenian culture in China, the red brides have become tradition and eggs of the same color bring good luck to the newborn.
With less positive symbolism in ancient Egypt, red was the color of Seth, on the evil and the Israelites of biblical times amazed demons.
In Greece, according to legend, red roses are symbol of love and fidelity, these come from Adonis blood, killed by a boar on a hunting trip, the Red and is a dedicated color to the goddess Aphrodite, is both symbol growth and decline.Got positive and negative symbolisms, today is synonymous with forbidden love, passion, power, excitement, happiness, fortune, power, war, violence, fire, blood.

Supposedly the first color to be perceived by man, is also the first to be seen by people who have suffered temporary blindness due to brain damage.

Also known as red or scarlet, is not a true primary color like magenta, it has huge variations with various designations, such as carmine, salmon, Indian red, burgundy, red-brown, ruby, cherry, wine, blood, terracotta, rust, etc. It is closely linked to pink, orange and purple.
(In Wkipédia)


domingo, 28 de agosto de 2016

Entardecer

Doce mel, de Sol, tarde e verão, onde o silêncio é um corpo vazio, à deriva sereno, entre folhas pequeno, escutando o vento, a ternura de vozes no pensamento... 
...
Sweet honey, sun, afternoon and summer, where silence is an empty body, serene drift among small leaves, listening to the wind, the tenderness of voices in a thought ...


sábado, 27 de agosto de 2016

O agridoce dos Chorões, planta invasora...

Transformam a paisagem costeira com salpicos de vermelho, essa cor vermelho fogo entre carvão e sangue, entre o cobre e o mel, alimentam a vista, enchem o peito de ar... mas...
É uma planta invasora, quase como o eucalipto, fragilizam os solos e as encostas costeiras, a sua propagação concorre de forma desleal como outras espécies locais e dificulta a propagação e crescimento de grande parte as ervas e arbustos típicos das nossas costas... 
Foi trazido pelos Holandeses, dos vasos e jardins privados saltou para o campo, em algumas dezenas de anos passou a dominar a paisagem, de tal forma que parece sempre ter la estado.
...
Transformed the coastal landscape with splashes of red, this fire red color between coal and blood, between copper and honey, eat the view, fill the chest with air... but...
Its an invasive plant, almost like eucalyptus, helps to create fragile soils and coastal slopes, its spread competes unfairly with other local species and hinders the spread of growing herbs and shrubs typical of our coasts ...
It was brought by the Dutch, the vessels and private gardens jumped into the field in a few decades came to dominate the landscape, like if it was always there.


Seixo

A costa Oeste ainda tem os seus segredos, o difícil acesso a algumas zonas permite paraisos em manhãs de maré vazia.
De madrugada, não existem pegadas na areia, às vezes apenas as gaivotas passeiam pelas sobras do mar, entre os seixos encontram-se búzios e alguns peixes, polvos ou estrelas do mar ainda dormitam enquanto o Sol começa a raiar.
Hoje estava neblina, não havia azul para dar cor, nem havia lugar, nem pegadas, ou rochas e mar, a viagem não foi feita, mas com referências fiquei a relembrar...
...
The West Coast still has its secrets, the difficult access to some areas allows paradise at low tide mornings.
At dawn, there are no footprints in the sand, sometimes only the seagulls are wandering in the remains of sea, between the pebbles are whelks and some fish, octopuses and starfish still slumber as the sun begins to shine.
Today was fog, there was no blue to give color, nor was there place or footprints, or rocks and sea, the trip was not made, but reference was to remember ...