Mostrar mensagens com a etiqueta Watercolor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Watercolor. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
domingo, 5 de agosto de 2018
Desenhar a Encosta
Em Torres Vedras, durante a ultima semana, Lurdes Morais, JC Clewton e Dina Domingues foram desenhando a Encosta de São Vicente e as suas histórias, num projecto de registo anual das transformações físicas e sociais emergentes enquanto decorre o processo de regeneração urbana, eu tentei acompanhar ao fim do dia.
Tema:
Aguarela,
Caneta Pincel,
ENcosta,
Torres Vedras,
Watercolor
domingo, 29 de julho de 2018
Noites no Porto
Os desenhos da noite no Porto são sempre uma surpresa, nascem quase sem luz, por vezes com algum álcool, outras vezes quase que nem se conseguem ver todas as formas mas não importa.
A aguarela gosta de água e o mar de pigmentos que se vai espalhando na folha vai criando atmosfera, o cenário perfeito para alguns detalhes a caneta darem corpo ao desenho.
Acordar de manhã, deixar a luz entrar pela janela e ver um desenho nocturno da noite anterior é sempre uma surpresa positiva, fiquei fã! :D
segunda-feira, 9 de julho de 2018
terça-feira, 27 de março de 2018
Óbidos - Residência Artística
No âmbito do Festival Latitudes em Óbidos, fui convidado para uma estadia no resort Bom Sucesso e um fim de semana para desenhar a vila. Claro que não podia recusar.
O tempo não esteve nada agradável mas com boa companhia, foi muito interessante.
No Sábado estivemos na vila, dois arquitectos, um antropólogo e mais três sketchers, mesmo com mau tempo, a vila estava cheia de turistas e os aguaceiros aproximavam pessoas nos pontos de abrigo.
Depois da minha clarividência de que grupo do risco está mais ligado a perigo do que a riscar, apesar dos dois envolvidos, andamos por caminhos de lama até o carro se enviar num buraco e descobrirmos que havia um caminho bem melhor até à torre de observação que queríamos espreitar.
Como o vento era agreste, acabei por ficar ao pé da Sofia Gomes a desenhar, num ponto alto onde o morro do inicio da mata nos abrigava.
Em alguns recantos ainda deu para pintar descontraidamente a paisagem, ver bandos de corvos marinhos, gaivotas, patos, garças... foi muito interessante.
No fim, durante o almoço, o Pedro Salgado do grupo do risco tinha alguns blocos de desenhos de expedições no carro e ficamos a partilhar blocos e experiências até o cansaço nos levar de volta a casa.
Tema:
Aguarela,
Festival Latitudes,
Óbidos,
Watercolor
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Setembro, um por dia...
Em Setembro, aderi à iniciativa, um desenho por dia...
Tinha um bloco para gastar e aguarelas para explorar.
Coffee
Knife
Underwear
Moment
Fresh
Soothing
Pocket
Ritual
Fruit
Dance
Messy
Strong
Temptation
Second
Sharing
Bag
Sister
Clouds
Multiple
Sandwich
Fall
Lucky
Plastic
Turn
Sound
Soft
Bicycle
Inspiration
Patient
Chain
Tinha um bloco para gastar e aguarelas para explorar.
Coffee
Knife
Underwear
Moment
Fresh
Soothing
Ritual
Fruit
Dance
Messy
Strong
Temptation
Second
Sharing
Bag
Sister
Clouds
Multiple
Sandwich
Fall
Lucky
Plastic
Turn
Sound
Soft
Bicycle
Inspiration
Patient
Chain
sábado, 30 de setembro de 2017
(a) Riscar o Património
Sem dúvida, um dos melhores encontros de desenho de sempre.
Depois do reencontro em Torres Vedras, fomos à freguesia de Dois Portos desenhar, começou numa alongada breve introdução sobre a Quinta da Folgorosa, o Eng. José Melicias falou sobre a recuperação da Quinta sustentada na produção de vinho de qualidade e notou-se a sua paixão pela história daquelas terras e pela sabedoria da produção de vinho, o qual se mostrava no perfume que emanava da adega.
Como ninguém teve coragem de descalçar as botas e pisar uvas, fomos desenhar pelos terrenos da quinta, no jardim, nas vinhas, nos sofás da piscina, na adega ou no topo da aldeia onde havia um moinho abandonado.
O meu primeiro desenho foi durante a introdução à quinta, uma salganhada de materiais para aquecer...
Depois fui desenhar vinhas, mas como o tempo era pouco e a atmosfera estava tão agradável, peguei na paleta quente e dediquei-me a desenhar o mestre António Bártolo a pintar, segurava vários pincéis na mão e a cabeça estava constantemente indecisa entre a paisagem e o papel...
À tarde fomos desenhar o Santuário Nossa Senhora dos Milagres, a igreja tinha uma fachada cheia de arcadas interessantes, no interior, o azulejo era também surpreendente, mas como nunca acreditei em milagres dediquei-me ao casario das traseiras, parecia ter detalhes a precisar de atenção, os muros do miradouro marcavam umas belas linhas limite e destacavam a paisagem, havia também uma árvore morta espinhosa repleta de pormenor a precisar de companhia...
No fim do dia aventurei-me na paisagem, mas como eu não dispenso uma boa conversa, acabei por deixar a pintura de azul para mais tarde...
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Praia de São Lourenço
Uma neblina alta e cinzenta tomou conta do azul do céu, o seu reflexo sentiu-se no mar.
As falésias estavam escuras, oxidadas, velhas e cansadas, sombrias sem sol.
A maré recolheu-se, deixou uma linha de algas para trás, acalmou a tal ponto que as ondas molhavam apenas dos dedos ao calcanhar, a água estava fria e o vento deixava-a vazia de gente.
As barreiras e chapéus multiplicavam-se aos poucos, mas eram apenas desejos de que o Sol voltasse a brilhar.
Andei pelas falésias, pelas rochas, pelas algas, pela água, mas a melancolia de fim de férias levou-me ao abrigo a desenhar...
Uma neblina alta e cinzenta tomou conta do azul do céu, o seu reflexo sentiu-se no mar.
As falésias estavam escuras, oxidadas, velhas e cansadas, sombrias sem sol.
A maré recolheu-se, deixou uma linha de algas para trás, acalmou a tal ponto que as ondas molhavam apenas dos dedos ao calcanhar, a água estava fria e o vento deixava-a vazia de gente.
As barreiras e chapéus multiplicavam-se aos poucos, mas eram apenas desejos de que o Sol voltasse a brilhar.
Andei pelas falésias, pelas rochas, pelas algas, pela água, mas a melancolia de fim de férias levou-me ao abrigo a desenhar...
Tema:
Aguarela,
Praia de São Lourenço,
Watercolor
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Atmosferas
Atmosferas
Devido a uma conjunção de astros fiquei outra vez por Santa Cruz, foi daqueles dias sem vento e com um mar paradisíaco de olhar (sim, porque a água estava mesmo gelada).
Enquanto aquecia os ossos, depois de algumas ondas de gelo liquido, voltei ao que me tem desafiado mais, pintar manchas, o dia estava bastante quente e a praia merecia uma atmosfera emotiva.
Há algum tempo li um artigo sobre Leonardo da Vinci, Fernando Pessoa, entre outros, sobre o sentir, a energia sentimental e a sua conversão racional, os percursos pessoais e a suas influências emocionais na criação artística.
Não é novidade, é algo muito interligado que me influenciou a deixar de desenhar, mas pareceu-me muito interessante no aspecto de alguns mestres redireccionarem certas energias emocionais. Há algum tempo que o tento fazer de forma a alterar a minha forte influência racional e não posso dizer que desenhe melhor, mas de certo, leva-me a procurar fracções da realidade de forma diferente, de modo a me satisfaça tanto no processo criativo como na minha interpretação pessoal do local naquele momento.
Gosto de ir alterando técnicas e grafismos, até me surpreendo como ainda não pequei de novo em linhas, mas às vezes basta um simples contraste, aqui fica mais um vista de Santa Cruz enquanto quase toda a gente almoça.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















































