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terça-feira, 7 de agosto de 2018

CAC

Centro de Artes e Criatividade em construção, Torres Vedras.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Castelo

Vista do Miradouro "Meia Laranja" sobre Torres Vedras.

Quando a várzea era alagada pelo rio, quando o mar entrava por entre os vales até aqui, o terreno deveria parecer feito pelos deuses, todo o esforço de subir este monte e embriagar o olhar com esta vista seria como ver alguém que nos encanta pela primeira vez...

domingo, 5 de agosto de 2018

Desenhar a Encosta

Em Torres Vedras, durante a ultima semana, Lurdes Morais, JC Clewton e Dina Domingues foram desenhando a Encosta de São Vicente e as suas histórias, num projecto de registo anual das transformações físicas e sociais emergentes enquanto decorre o processo de regeneração urbana, eu tentei acompanhar ao fim do dia.



segunda-feira, 30 de julho de 2018

Torres Vedras

No Domingo houve encontro de desenho e aguarela em Torres Vedras, depois de uma manhã rica em ensinamentos do Renato Palmuti, a tarde foi de descontracção e convivio. 
Enquanto esperava no Largo de São Pedro pelos sketchers da tarde, resolvi experimentar uma caneta de oferta finda do simpósio do Porto, de ponta mini pincel, Zebra.
O traço precisa de algum treino mas para caligrafia é óptima.
A tarde, o grupo bem almoçado ocupou as sombras de um pequeno jardim junto ao Centro Interpretativo da Presença Judaica, no segundo desenho tentei apanhar um pouco daqueles contrastes fortes, de verdes calmos e frescos.




quinta-feira, 7 de junho de 2018

segunda-feira, 24 de julho de 2017

ENcosta Rosa

Há alguns anos atrás, nunca me passaria pela cabeça desenhar na encosta de São Vicente a vermelho com tons rosados, mas as experiências levaram-me a pegar de novo na tinta vermelha.
Conheço estas encosta quase como a palma da mão, via do destino voltei passar por estas ruas em trabalho depois de há muitos anos atrás a percorrer regularmente para visitar os meus avós.
O objectivo deste encontro era registar espaços que mais tarde irão ser alvo de requalificação.


Não optei pelos elementos mais óbvios mas por percursos que me dizem algo de outros tempos.


No fim, o cansaço já apertava, durante a semana acabei por ficar engripado e o vento que se fez sentir não ajudou, mas fui ficando e resistindo até ao ultimo dia, a companhia foi ficando cada vez melhor e existem oportunidades que não se podem passar.
As casas vazias também tem histórias, esta não era dos meus principais objectivos, mas estava cheia de pistas interessantes de outros tempos.

ENcosta com António e Susana

Quando consegui ir ter com o António Procópio, ele já estava a devorar escadas... o seu primeiro desenho estava muito bom, mas ao procurar dar sombras, ficou mastigado. Depois de alguma conversa andou às voltas com o grafismo e decidiu fazer outro... mais simples, onde se percebia melhor a distorção e a geometria da escada.Segundo ele tem de ser algo imediato, o primeiro desenho sai-lhe sempre melhor, comigo é contrário, preciso sempre de algum tempo para encontrar o ritmo do processo de desenhar, principalmente depois de uma caminhada com escadas...A Susana veio juntar-se a nós mais tarde, estava a desenhar a senhora da casa no topo das escadas.


A meio da semana encontrei o António a desenhar junto à rua marginal da encosta, cheia de movimento. Pensava eu que já havia algum cansaço mas não, a Susana apareceu e foram os dois explorar a Cruz das Almas enquanto o meu desenho lento me levou a ficar ali mais um pouco de pé, quase na estrada, a desenhar. Quando me juntei ao António, ele já tinha um desenho novo, ainda fomos descobrir pérolas no meio do mato mas a hora de jantar não deu para mais desenhos.

Antes do encontro de sábado ainda me juntei a alguns reforços ansiosos por desenhar a encosta, consegui voltar a ver os sketchers residentes e assegurar o apoio moral.
O António ficou ao pé da taberna e depois infiltrou-se no quintal de um vizinho habilidoso, a Susana estava com a Ana Ramos a cozinhar uma vista da rua, fiquei ali com elas e mais tarde juntou-se a Lurdes, ainda apareceu um gato preto cheio de teias de aranha na testa para ver o que andávamos a fazer mas ninguém o conseguiu desenhar.

À noite ainda tivemos algumas visitas fantásticas, a sabedoria do Pedro Alves e a hiper boa disposição da Rita Catita, a Maria Inês também se juntou, mas da noite, entre histórias, sobraram mais boas memórias do que desenhos. Uma semana fabulosa ;)
Não me canso de agradecer, além das entidades envolvidas, ao André Baptista por toda a dedicação e aos dois grandes sketchers residentes que acabaram por marcar a vida das pessoas da Encosta de São Vicente.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Forte São Vicente III

É impossível fazer tudo, fazer figuração no filme do museu, fotografar, desenhar e operar dois telégrafos. Para a próxima talvez consiga mudar de personagem e ter mais liberdade fazendo de pintor ou retratista da época, com chapéu de palha e instrumentos adequados.
No entanto, e apesar do vendaval, salvaram-se alguns registos rápidos do dia da Inauguração do Centro Interpretativo do Forte São Vicente.




segunda-feira, 3 de julho de 2017

Forte São Vicente II

O Telégrafo Óptico Inglês, sistema de bolas ou balões, foi um sistema de comunicações usado nas Linhas de Torres Vedras, permitia o envio de mensagens em código e era operado por oficiais e marinheiros britânicos com o apoio de militares portugueses e milícias. 
Ao longo do sistema defensivo composto por fortes e redutos com três linhas defensivas de aproximação a Lisboa, era possível de uma posição central enviar uma mensagem em quatro minutos até à extremidade da linha defensiva e segundo alguns em sete minutos desde a primeira linha até Lisboa.
Aqui ficam algumas tentativas de registo das movimentações e preparativos para a encenação e explicação de como os telégrafos ópticos de há duzentos anos funcionavam.





Telégrafo de Ponteiro, inventado por Francisco António Ciera, um sistema de comunicação de médio alcance, mais barato e simples de montar e operar.

 Neste dia, ainda consegui fazer uma aguarela com linha vermelha à hora de almoço e outra ao fim do dia, relativamente rápidas com alguns percalços entre demasiado sol, vento, nuvens e até chuva...



domingo, 2 de julho de 2017

Forte de São Vicente I

No inicio das preparações para a inauguração do Centro Interpretativo do Forte São Vicente, em vez de tirar apenas fotografias decidi fazer alguma reportagem gráfica, em parte difícil porque é impossível carregar, montar e organizar coisas e ao mesmo tempo desenhar... Também não é um tipo de desenho onde tenha experiência, é difícil fazer desenhos rápidos ou figuras em movimento. Mas o pequeno bloco de bolso e alguns marcadores velhos, servem para isso...








  

terça-feira, 27 de junho de 2017

Vista

Quando morei em Lisboa tinha uma vista a 180º sobre o rio e a ponte, com o manto de luzes das margens, com cruzeiros e aviões que por ali entravam, uma vista que abraçava o quarto e os jantares românticos... Na altura desenhava muito pouco e fotografava bastante. Agora não a posso desenhar, mas tenho um céu e duas buganvílias gigantes que espreitam pelo quarto e de vez em quando surpreendem...


Sinto que desenhos em vez de fotografias tinham deixado registos muito mais interessantes.

sábado, 6 de maio de 2017

Oeste Sketchers e Aguarelistas

10º Encontro Oeste Sketchers.
Enquanto decorria o Encontro Internacional de Aguarelas, infiltramo-nos e trocamos ideias com aguarelistas, foi um excelente convívio desde a mesa de café ao banco de jardim.
Alguns pintores procuram desenho e linha, sketchers procuram técnicas de aguarela, aprendem-se técnicas novas e fundem-se olhares.
Ao fim do dia ainda lá estávamos, quando a luz deixa de abafar as formas... entre a cerveja e os pincéis, entre as piadas e as divagações teórico-praticas da pintura.






sábado, 22 de abril de 2017

Castro do Zambujal

A iniciativa partiu do museu Leonel Trindade, assinalar o dia internacional dos monumentos e sítios, sob orientação do arq. André Baptista e introdução de Sofia Máximo, ao quais agradeço. Estivemos hoje num dos monumentos nacionais mais importantes e enigmáticos da zona oeste, datado do inicio da idade do bronze, terceiro milénio a.c.
O dia esteve fabuloso e até as dezenas de pequenos insectos que saltavam para o bloco pareciam fervilhar de curiosidade. O espaço oculta ainda imensos segredos e o terreno além de ser atravessado por várias rotas de caminhadas possui paisagens lindíssimas e locais fabulosos para piqueniques, descansar ou explorar.
Num primeiro desenho, com alguma calma, ataquei a parte mais visível da anciã fortificação, num segundo momento, onde o tempo se perdia na conversa fui desenhando com menos rigor o amontoado de pedras perdido na vegetação.
...
The initiative was from the Leonel Trindade Museum, mark the international day of monuments and sites, under the guidance of arch. André Baptista and introduction by Sofia Máximo, whom I thank. Today we were in one of the most important and enigmatic national monuments of the west, in the area of Lisbon, dating from the beginning of the Bronze Age, third millennium a.c.
The day was fabulous, and even the dozens of small insects jumping to the block seemed to be bubbling with curiosity. The area still hides vast secrets and the terrain, as well as being crossed by several hiking routes, has beautiful landscapes and fabulous locations for picnics, resting or exploring.
In a first sketch, with some calmness, I attacked the most visible part of the old fortification; in a second moment, where time was lost in the conversation, I was drawing less rigorously the heap of stones lost in the vegetation.