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segunda-feira, 9 de julho de 2018
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Desenhar Moinhos
Começamos na Bordinheira, a 9km de Torres Vedras, um pequeno desvio no caminho para Santa Cruz depois da Ponte do Rol.
Fomos recebidos pelo Sr. Joaquim Constantino, um moleiro que vai fazendo negócio com dois moinhos recuperados e activos, foi um prazer ouvir a sua experiência sobre os engenhos, sobre a história e sobre o tempo.
O primeiro desenho de aquecimento aguentou uma parte da manhã sem chover.
Ainda passamos pelo moinho dos Caixeiros.
E pela Azenha de Santa Cruz, aqui, em mais uma experiência cromática sem linhas.
Fomos recebidos pelo Sr. Joaquim Constantino, um moleiro que vai fazendo negócio com dois moinhos recuperados e activos, foi um prazer ouvir a sua experiência sobre os engenhos, sobre a história e sobre o tempo.
O primeiro desenho de aquecimento aguentou uma parte da manhã sem chover.
Com o aparecimento de alguns aguaceiros abriguei-me no armazém da farinha, com direito a mesa e bancos.


E pela Azenha de Santa Cruz, aqui, em mais uma experiência cromática sem linhas.
Tema:
Bordinheira,
Caixeiros,
Oeste Sketchers,
Santa Cruz
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
Atmosferas
Atmosferas
Devido a uma conjunção de astros fiquei outra vez por Santa Cruz, foi daqueles dias sem vento e com um mar paradisíaco de olhar (sim, porque a água estava mesmo gelada).
Enquanto aquecia os ossos, depois de algumas ondas de gelo liquido, voltei ao que me tem desafiado mais, pintar manchas, o dia estava bastante quente e a praia merecia uma atmosfera emotiva.
Há algum tempo li um artigo sobre Leonardo da Vinci, Fernando Pessoa, entre outros, sobre o sentir, a energia sentimental e a sua conversão racional, os percursos pessoais e a suas influências emocionais na criação artística.
Não é novidade, é algo muito interligado que me influenciou a deixar de desenhar, mas pareceu-me muito interessante no aspecto de alguns mestres redireccionarem certas energias emocionais. Há algum tempo que o tento fazer de forma a alterar a minha forte influência racional e não posso dizer que desenhe melhor, mas de certo, leva-me a procurar fracções da realidade de forma diferente, de modo a me satisfaça tanto no processo criativo como na minha interpretação pessoal do local naquele momento.
Gosto de ir alterando técnicas e grafismos, até me surpreendo como ainda não pequei de novo em linhas, mas às vezes basta um simples contraste, aqui fica mais um vista de Santa Cruz enquanto quase toda a gente almoça.
sábado, 12 de agosto de 2017
Sem Caneta
O desenho leva-me a pensar de forma mais concisa e esta abre portas para um desenho melhor.
Santa Helena terá aparecido em Santa Cruz, daí ser a sua padroeira, segundo os monges tinha uma expressão triste e amuada, dando assim origem ao nome da Praia da Amoeira, um dos meus spots favoritos.
A Praia da Amoeira tem melhor acesso com a maré vazia, desta vez tinha uma plateia de areia com três metros de altura e o panorama rochoso estava mesmo apetecível, havia algumas pessoas na água mas mergulharam todas quando viram que as podia retratar ;)
Depois de andar com a minha irmã a verificar que alguns parques de estacionamento estavam cheios, deixamos o carro numa falésia e fizemos uma caminhada sobre os penhascos até à Praia dos Quarenta, queria experimentar uma caneta nova mas não sei o que me aconteceu, só me apetece fazer manchas...
O desenho às vezes parece a maré, esvazia o pensamento assim como o enche, tem momentos de inspiração, de erros, de reflexão, revela medos e surpresas, nem sempre se descobre algo novo, na folha vazia lança-se o anzol... o resto fica na minha história.
Praia do Navio
O Oeste é banhado por muitas praias, na zona de Santa Cruz existem cerca de vinte, com ou sem rochas, pelos acessos mais variados, desertas ou cheias de gente, com mar para todos os gostos menos água quente.
Nos Verões da minha juventude era fácil ver dois vestígios do navio, um metro de lamina esburacada e enferrujada, e mais adiante, na maré vazia, aparecia também algo semelhante a uma pedra quadrada mas de madeira ou metal, com o passar do tempo ficou mais enterrado e torna-se mais difícil detectar.
Foi o navio norueguês Hay que encalhou aqui a 5 de Fevereiro de 1929, nenhum marinheiro se magoou e a carga, na maior parte, cigarros ingleses e chocolate, foi vendida localmente.
No restaurante da praia pode ser vista uma fotografia do acontecimento, teria sido um óptimo pretexto para desenho.
Tema:
Aguarela,
Praia do Navio,
Santa Cruz,
Watercolor
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Nocturno em Santa Cruz
Sexta-feira organizamos um mimo, algo diferente para juntar aguarelistas e sketchers a desenhar durante a noite.
O tempo mudou e a noite não teve céu estrelado, o manto de luz da Lua Cheia não se notou e o mar de azul negro profundo e reflexos saltitantes ficou oculto no chuvisco da neblina...
Depois de alguns reencontros e troca de histórias emocionantes dispersamos pela rua comercial principal, os veraneantes adoraram e alguns ficavam colados a ver coisas a nascer no papel, as crianças queriam ficar a pintar.
Usei uma folha grande com ecoline, num papel mansinho para mestres e rebelde para amadores.
Depois de estar com alguns miúdos que adoraram as manchas experimentais, provavelmente porque ainda não tinha ligado a lanterna, mudei de sitio e fui sentar-me no chão ao pé de outros sketchers.Liguei uma engenhoca, emprestei outra lanterna a uma miúda muito entusiasmada a pintar, preparei a aguarela e registei um pouco da multidão entre os artistas.
À direita, Filipe Reis no muro, no banco, Pedro Alves e António Procópio debruçado, entusiasmadíssimo a pintar, no centro, António Bártolo (Presidente da AAPOR – Associação de Aguarela de Portugal) no cavalete, à esquerda, Marie-Paule Dupuis (Aguarelista e Arquitecta) na sua prancheta apoiada.
Ainda fizemos a habitual partilha com os que aguentaram o chuvisco e enquanto as aguarelas ainda secavam.
Agradecimentos a todos os que aceitaram o desafio e resistiram às condições atmosféricas, à AAPOR, ao António Bártolo, que além de excelente artista tem promovido a pintura de aguarela na rua e a troca de experiências entre grupos e pessoas.
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
domingo, 30 de julho de 2017
Aguarelas em Santa Cruz
Santa Cruz é como uma borboleta, de manhã está envolvida numa espessa neblina, por vezes chuvisca, antes do almoço começa a metamorfose e à tarde mostra as suas asas sobre o mar.
Está a decorrer o Encontro Internacional de Aguarela de Santa Cruz com workshops e algumas demonstrações durante a semana até dia 6 de Agosto.
Hoje fui partilhar um Olá com alguns aguarelistas e sketchers presentes no evento e ainda fiquei por lá um pouco a desenhar entre conversa.
Estava muito convidativo, principalmente quando entre os copos da esplanada se começam a montar pequenos estúdios de aguarela :)
sábado, 15 de julho de 2017
Santa Cruz sem vento
Santa Cruz é daquelas localidades com praias e recantos cheios de paraísos, mas tem carácter, é agreste, de mar e vento encorpado, com nevoeiros e marés bipolares. No entanto, quando a encontramos em alturas de tempo excelente, sem vento, torna-se uma mulher meiga apaixonada, um paraíso.
Praia da Amoeira, uma das minhas favoritas, menos gente, mais maravilhas...
Praia de Santa Helena e Praia Centro ao fundo (ou das Rochinhas)
Quando vamos embora mas está tão bom que acabamos por acampar outra vez... na praia seguinte...
O fim do dia é óptimo para desenhar sombras, um exercício mesmo interessante.
domingo, 2 de julho de 2017
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Praia do Amanhã
Setembro parece trazer alguma neblina matinal e calmaria a Santa Cruz, os dias são mais amenos e menos agrestes, vazios de gente mas cheios da nostalgia do Verão.
O pico do dia fica antes do pôr do sol, à tardinha, quando a praia parece feita para nós e a maré acalma, quando os surfistas despem o mar e o sol se apodera das águas, deixando-se cair, de volta a casa, em mantos dourados ou brancos de neblina.
...
September seems to bring some morning mist and calm to Santa Cruz, days are less harsh, empty of people but full of summer nostalgia.
The peak of the day is before sunset, the evening, when the beach seems to be made for us and the tide subsides, when surfers undress the sea and the sun comes over the water, beginning to fall, back home, in golden robes or white fog.
terça-feira, 30 de agosto de 2016
sábado, 27 de agosto de 2016
O agridoce dos Chorões, planta invasora...
Transformam a paisagem costeira com salpicos de vermelho, essa cor vermelho fogo entre carvão e sangue, entre o cobre e o mel, alimentam a vista, enchem o peito de ar... mas...
É uma planta invasora, quase como o eucalipto, fragilizam os solos e as encostas costeiras, a sua propagação concorre de forma desleal como outras espécies locais e dificulta a propagação e crescimento de grande parte as ervas e arbustos típicos das nossas costas...
Foi trazido pelos Holandeses, dos vasos e jardins privados saltou para o campo, em algumas dezenas de anos passou a dominar a paisagem, de tal forma que parece sempre ter la estado.
...
Transformed the coastal landscape with splashes of red, this fire red color between coal and blood, between copper and honey, eat the view, fill the chest with air... but...
Its an invasive plant, almost like eucalyptus, helps to create fragile soils and coastal slopes, its spread competes unfairly with other local species and hinders the spread of growing herbs and shrubs typical of our coasts ...
It was brought by the Dutch, the vessels and private gardens jumped into the field in a few decades came to dominate the landscape, like if it was always there.
Seixo
A costa Oeste ainda tem os seus segredos, o difícil acesso a algumas zonas permite paraisos em manhãs de maré vazia.
De madrugada, não existem pegadas na areia, às vezes apenas as gaivotas passeiam pelas sobras do mar, entre os seixos encontram-se búzios e alguns peixes, polvos ou estrelas do mar ainda dormitam enquanto o Sol começa a raiar.
Hoje estava neblina, não havia azul para dar cor, nem havia lugar, nem pegadas, ou rochas e mar, a viagem não foi feita, mas com referências fiquei a relembrar...
...
The West Coast still has its secrets, the difficult access to some areas allows paradise at low tide mornings.
At dawn, there are no footprints in the sand, sometimes only the seagulls are wandering in the remains of sea, between the pebbles are whelks and some fish, octopuses and starfish still slumber as the sun begins to shine.
Today was fog, there was no blue to give color, nor was there place or footprints, or rocks and sea, the trip was not made, but reference was to remember ...
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Lost Rocks in a Sunday
Um traço e uma mancha enquanto a maré sobe, numa daquelas manhãs antes do vento, quando a maresia nos transporta ao vazio cheio de olhar o mar...
Sem referência dei-lhe a cor mais tarde, as sombras e as cores ficaram hesitantes... a caneta pentel resolveu dar-lhe um preto forte, num dia em que vim a descobrir que esta tinta apesar de parecer permanente, meses mais tarde resolve esborratar.
...
A line and a spot as the tide rises, on one of those mornings before the wind, when the sea breeze takes us to the void filled while we look at the sea...
No reference to give the color later, the shadows and the colors were hesitant ... the Pentel pen decided to give it a strong black, in a day were I discover that this ink despite permanent look, months later decides to do some smudging.
domingo, 7 de agosto de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
Oeste Sketcher e Aguarelistas em Santa Cruz
Um dia fabuloso para partilhar experiências entre Sketchers e Aguarelistas em Santa Cruz (Torres Vedras), Portugal.
Os Oeste Sketchers juntaram-se a Artistas da AAPOR para pintar e desenhar perto da praia, com uma das mais belas paisagens costeiras portuguesas.
Eu aceitei o desafio e pratiquei mais o uso de cor e agua, o primeiro sketch não correu como queria num papel inadequado mas os dois ultimos desenhos foram belas experiências em papel de aguarela, especialmente pelo uso de algumas dicas do mestre António Bártolo, um grande artista local que juntamente com André Duarte Baptista, conduziram o evento, agradecimentos aos dois pela excelente iniciativa.
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A lovely day sharing insights with watercolor artists in Santa Cruz (Torres Vedras), Portugal.
Oeste Sketchers and Watercolor Artists from AAPOR mixed a meeting in a sunny day near the beach, with a beautiful coastline to draw and paint.
I accepted the challenge and practiced more with colors and water, the first sketch wasnt that great with a draw thin paper but the other two were great experiences, specially with some tips from António Bártolo, a great local Artist who guided the meeting.
More Photos at Link
This one was a challenge, Lines by me and Watercolor by Ana Ramos.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Outono 2015
Enquanto chove la fora, testo cores e traços ao desenhar algumas fotos.
Termino aqui um bloco, como se fosse um diário, ali ficam registados os percursos, os devaneios e os encontros de desenho em que participei.
Num formato bastante diferente, onde já tinha testado algumas panorâmicas, explorei alguns exercícios para possíveis formações, debrucei-me na paisagem, juntando referências no local com outras de fotografia. Aos poucos começam a surgir algumas ideias interessantes.
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