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quinta-feira, 16 de junho de 2016

Caras / Faces

Não desenho caras regularmente, estas foram provavelmente as primeiras que fiz com caneta.
Passaram quinze anos desde que desenhei uma cara com lápis de grafite ou carvão, a minha mentalidade ainda está muito ligada à grafite e regularmente acabo por usar demasiadas linhas.
Estes esboços foram feito com fotos de referencia, num bloco A6, 10 a 15 minutos cada.
Sem o uso de lápis para ajudar nas proporções, usei cuidadosamente uma UniPin Fine Line 0.1 para as linhas e sombras leves, com uma Faber-Castell PITT B adicionei sombras fortes e pretos.
Por fim, passei com o pincel para uma sombra muito leve.
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I dont draw faces very often, this ones are probably the first ones I ever did with pen. 
Fifteen years have passed since I drew a face with graphite pencil or charcoal, my mindset is still in the graphite material and often I use too many lines.
This Sketches were made with some references from photo, in a A6 pocket notebook, 10 to 15 minutes each.
Without pencils to help in porpotions, I carefully used a UniPin Fine Line 0.1 for lines and light shadows, with a Faber-Castell PITT B I added hard shadows and blacks.
At last, a litle wash with a brush for a very light shadow.


 





sábado, 14 de maio de 2016

Interiores

Por vezes surgem interiores interessantes que me levam a testar o meu domínio de linha e ainda iniciante controlo de aguarela. 
Na linha é preciso um cuidado gráfico de expressão, direcção e posição perspectica, esta pode revelar regras comuns, sugerir texturas ou mostrar movimento, mesmo que este não exista.
No caso de figuras, a caneta não perdoa, um micro ponto e a expressão da figura muda claramente, é preciso algum cuidado e quase que detalhe microscópico para ser fiel à forma e sombra da figura humana, optei por uma caneta 0.05 de tinta impermeável.
O uso a linha com a aguarela necessita de alguns cuidados nem sempre sigo: quanto mais escura é a cor a aplicar mais expressiva precisa de ser a linha, forte o suficiente para não desaparecer na cor, como acontece aqui na textura da parede azul; nem todos os pigmentos de aguarela se misturam sem perder cor, é preciso alguma experiência para evitar cores esbatidas, o mesmo acontece se a camada de sombra é dada sobre a cor ainda húmida, é preciso tempo para secar, coisa que não controlei bem nos vermelhos e algumas zonas em sombra; a repetição de sombra em mancha e em linha torna-se desnecessária apesar de reforçar a textura da sombra.


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Castelo Torres Vedras

Local privilegiado em termos defensivos, este castelo é na actualidade um jardim de ruínas e plantas cheio de valor histórico, religioso e paisagístico.
Deste lugar conheço centenas de enquadramentos e num domingo de sol resolvi experimentar registar alguns, num segundo dia tinha ideia de registar algumas vistas mas apenas desenhei uma, o lugar é bastante exposto ao vento e as mãos já gelavam.
Paisagens muito complexas não me parecem nada fáceis mas às vezes alguns elementos próximos e os limites do horizonte parecem ser quase suficientes...




Durante as invasões francesas, este castelo foi utilizado na primeira linha de defesa do sistema defensivo Linhas de Torres, possuiu 11 peças de artilharia e protegia a zona em conjunto com o Forte de São Vicente (a Norte) e o Reduto do Outeiro da Forca (a Este).

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Outono 2015

Enquanto chove la fora, testo cores e traços ao desenhar algumas fotos.
Termino aqui um bloco, como se fosse um diário, ali ficam registados os percursos, os devaneios e os encontros de desenho em que participei.



Num formato bastante diferente, onde já tinha testado algumas panorâmicas, explorei alguns exercícios para possíveis formações, debrucei-me na paisagem, juntando referências no local com outras de fotografia. Aos poucos começam a surgir algumas ideias interessantes.