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sábado, 28 de julho de 2018

Guache

Encontrei a Maru Godas no Simpósio de Urban Sketchers no Porto, a proposta sobre guache surgia primeiro na mistura do branco e preto, depois com três cores, trabalhar a opacidade do material e o prazer de pintar como uma criança, sem grande preocupação de aproximação à realidade mas com a prioridade de experimentar e misturar cores, definir objectos e descontrair.
 No fim, pudemos escolher algumas cores e pintar um pouco a vista sobre o Centro de Congressos da Alfandega, claro que optei por alguns tons menos naturais e uma atmosfera entre o vinho e o barro quente de fim de tarde.

Tinta da China

Pintar com confiança com Johanna Krimmel.
Depois dos rabicos, traços com pincéis diferentes, traços nervosos, traços confiantes, efeitos e técnicas, ganha-se uma percepção de como desenhar com pincel e tinta da china é tão influenciado pelo espírito, mostra de forma ampliada aquilo que acredito que o desenho revela, as indecisões, os medos, os sonhos, as ideias... o espírito e o sentir revelado no papel, por mais que o pensamento e a técnica o oculte.

Depois de muitas linhas e efeitos com o pincel (nem vale a pena mostrar) passa-se para o controlo de cinzentos, de luz, sombra e profundidade. fiquei com a sensação de que a tinta da china é dez vezes mais sensível do que a aguarela. Os cinzentos são dificílimos de copiar ou controlar e já não me lembrava de como é difícil lavar o pincel de tinta da china. Representar cenas em sombra inconstante ou em profundidade também torna tudo mais difícil, claro que tive de começar por ai.
Com cuidado, talvez milagre, não sujei as mãos :D