quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
sábado, 17 de novembro de 2018
terça-feira, 7 de agosto de 2018
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Castelo
Vista do Miradouro "Meia Laranja" sobre Torres Vedras.
Quando a várzea era alagada pelo rio, quando o mar entrava por entre os vales até aqui, o terreno deveria parecer feito pelos deuses, todo o esforço de subir este monte e embriagar o olhar com esta vista seria como ver alguém que nos encanta pela primeira vez...
domingo, 5 de agosto de 2018
Desenhar a Encosta
Em Torres Vedras, durante a ultima semana, Lurdes Morais, JC Clewton e Dina Domingues foram desenhando a Encosta de São Vicente e as suas histórias, num projecto de registo anual das transformações físicas e sociais emergentes enquanto decorre o processo de regeneração urbana, eu tentei acompanhar ao fim do dia.
Tema:
Aguarela,
Caneta Pincel,
ENcosta,
Torres Vedras,
Watercolor
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Torres Vedras
No Domingo houve encontro de desenho e aguarela em Torres Vedras, depois de uma manhã rica em ensinamentos do Renato Palmuti, a tarde foi de descontracção e convivio.
Enquanto esperava no Largo de São Pedro pelos sketchers da tarde, resolvi experimentar uma caneta de oferta finda do simpósio do Porto, de ponta mini pincel, Zebra.
O traço precisa de algum treino mas para caligrafia é óptima.
A tarde, o grupo bem almoçado ocupou as sombras de um pequeno jardim junto ao Centro Interpretativo da Presença Judaica, no segundo desenho tentei apanhar um pouco daqueles contrastes fortes, de verdes calmos e frescos.
domingo, 29 de julho de 2018
Noites no Porto
Os desenhos da noite no Porto são sempre uma surpresa, nascem quase sem luz, por vezes com algum álcool, outras vezes quase que nem se conseguem ver todas as formas mas não importa.
A aguarela gosta de água e o mar de pigmentos que se vai espalhando na folha vai criando atmosfera, o cenário perfeito para alguns detalhes a caneta darem corpo ao desenho.
Acordar de manhã, deixar a luz entrar pela janela e ver um desenho nocturno da noite anterior é sempre uma surpresa positiva, fiquei fã! :D
sábado, 28 de julho de 2018
Guache
Encontrei a Maru Godas no Simpósio de Urban Sketchers no Porto, a proposta sobre guache surgia primeiro na mistura do branco e preto, depois com três cores, trabalhar a opacidade do material e o prazer de pintar como uma criança, sem grande preocupação de aproximação à realidade mas com a prioridade de experimentar e misturar cores, definir objectos e descontrair.
No fim, pudemos escolher algumas cores e pintar um pouco a vista sobre o Centro de Congressos da Alfandega, claro que optei por alguns tons menos naturais e uma atmosfera entre o vinho e o barro quente de fim de tarde.
Tema:
#uskporto2018,
#usksymposium2018,
Guache,
Maru Godas,
Porto
Tinta da China
Pintar com confiança com Johanna Krimmel.
Depois dos rabicos, traços com pincéis diferentes, traços nervosos, traços confiantes, efeitos e técnicas, ganha-se uma percepção de como desenhar com pincel e tinta da china é tão influenciado pelo espírito, mostra de forma ampliada aquilo que acredito que o desenho revela, as indecisões, os medos, os sonhos, as ideias... o espírito e o sentir revelado no papel, por mais que o pensamento e a técnica o oculte.
Depois de muitas linhas e efeitos com o pincel (nem vale a pena mostrar) passa-se para o controlo de cinzentos, de luz, sombra e profundidade. fiquei com a sensação de que a tinta da china é dez vezes mais sensível do que a aguarela. Os cinzentos são dificílimos de copiar ou controlar e já não me lembrava de como é difícil lavar o pincel de tinta da china. Representar cenas em sombra inconstante ou em profundidade também torna tudo mais difícil, claro que tive de começar por ai.
Com cuidado, talvez milagre, não sujei as mãos :D
segunda-feira, 9 de julho de 2018
domingo, 1 de julho de 2018
Transumância III
A tarde foi mais descontraída, embora a maior parte do tempo fosse ocupada com convívio, contos e musica. Daqueles sons que libertam os espírito numa partilha de melodias e palavras quentes, lembrando debaixo de um céu infinito algo primitivo, cheio de calor humano, que nos liga e lembra de como sentimos o sangue pulsar nas tristezas e sorrisos desta existência.
Transumância II
Desenhos da manhã, desenhando e andando.
Uma bela caminhada entre as brumas e o negro das árvores, na sua grande parte ardidas...
A atmosfera merecia detalhes de uma hora e a magia da aguarela, mas tinhamos três rebanhos que não paravam e mesas mais acima na aldeia, cheias de iguarias da serra para degustar. :D
Transumância I
Preparação para a transumância, o vale de Seia deixa-se inundar por uma nuvem espessa de chuva, a paisagem é agora uma nuvem pontuada por pequenos pontos de luz incandescentes ao longo das estradas vazias...
sábado, 23 de junho de 2018
Desenhar com Bruno Vieira no Carmo
Um excelente dia de praia!
No entanto, alguns sketchers aficionados ainda foram até ao museu do Carmo ouvir falar de desenho, do meu percurso nos diários gráficos e aceitar o desafio das miniaturas.
Por breves momentos, esteve patente uma mini exposição dos meus trabalhos, era um desafio que começava pela escolha de uma das miniaturas, nas costas de cada desenho estava uma forma geométrica e uma palavra aleatória, estas decidiam o que iriam desenhar.
O sucesso do desafio foi tal que houve quem procura-se mais miniaturas para novos desenhos.
No entanto, alguns sketchers aficionados ainda foram até ao museu do Carmo ouvir falar de desenho, do meu percurso nos diários gráficos e aceitar o desafio das miniaturas.
Por breves momentos, esteve patente uma mini exposição dos meus trabalhos, era um desafio que começava pela escolha de uma das miniaturas, nas costas de cada desenho estava uma forma geométrica e uma palavra aleatória, estas decidiam o que iriam desenhar.
O sucesso do desafio foi tal que houve quem procura-se mais miniaturas para novos desenhos.
Fiz um desenho sobre Céu que me calhou na escolha (nem eu próprio sabia cada tema em cada miniatura) e perdi-me na maior parte do tempo a tentar transmitir a forma como a arte e o desenho podem temperar a realidade que observamos.
Um abraço e obrigado a todos!
Bom Verão!
quinta-feira, 7 de junho de 2018
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Desenhar Moinhos
Começamos na Bordinheira, a 9km de Torres Vedras, um pequeno desvio no caminho para Santa Cruz depois da Ponte do Rol.
Fomos recebidos pelo Sr. Joaquim Constantino, um moleiro que vai fazendo negócio com dois moinhos recuperados e activos, foi um prazer ouvir a sua experiência sobre os engenhos, sobre a história e sobre o tempo.
O primeiro desenho de aquecimento aguentou uma parte da manhã sem chover.
Ainda passamos pelo moinho dos Caixeiros.
E pela Azenha de Santa Cruz, aqui, em mais uma experiência cromática sem linhas.
Fomos recebidos pelo Sr. Joaquim Constantino, um moleiro que vai fazendo negócio com dois moinhos recuperados e activos, foi um prazer ouvir a sua experiência sobre os engenhos, sobre a história e sobre o tempo.
O primeiro desenho de aquecimento aguentou uma parte da manhã sem chover.
Com o aparecimento de alguns aguaceiros abriguei-me no armazém da farinha, com direito a mesa e bancos.


E pela Azenha de Santa Cruz, aqui, em mais uma experiência cromática sem linhas.
Tema:
Bordinheira,
Caixeiros,
Oeste Sketchers,
Santa Cruz
terça-feira, 27 de março de 2018
Óbidos - Residência Artística
No âmbito do Festival Latitudes em Óbidos, fui convidado para uma estadia no resort Bom Sucesso e um fim de semana para desenhar a vila. Claro que não podia recusar.
O tempo não esteve nada agradável mas com boa companhia, foi muito interessante.
No Sábado estivemos na vila, dois arquitectos, um antropólogo e mais três sketchers, mesmo com mau tempo, a vila estava cheia de turistas e os aguaceiros aproximavam pessoas nos pontos de abrigo.
Depois da minha clarividência de que grupo do risco está mais ligado a perigo do que a riscar, apesar dos dois envolvidos, andamos por caminhos de lama até o carro se enviar num buraco e descobrirmos que havia um caminho bem melhor até à torre de observação que queríamos espreitar.
Como o vento era agreste, acabei por ficar ao pé da Sofia Gomes a desenhar, num ponto alto onde o morro do inicio da mata nos abrigava.
Em alguns recantos ainda deu para pintar descontraidamente a paisagem, ver bandos de corvos marinhos, gaivotas, patos, garças... foi muito interessante.
No fim, durante o almoço, o Pedro Salgado do grupo do risco tinha alguns blocos de desenhos de expedições no carro e ficamos a partilhar blocos e experiências até o cansaço nos levar de volta a casa.
Tema:
Aguarela,
Festival Latitudes,
Óbidos,
Watercolor
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